Após recusas, PT mineiro avalia candidatura própria ao governo em 2026
Sem Pacheco e Kalil, legenda testa três nomes para disputa ao Palácio da Liberdade
Segundo o portal Vero Notícias e reportagem do O Globo, o PT de Minas Gerais passou a discutir internamente a viabilidade de lançar candidatura própria ao governo do estado em 2026. O movimento ganhou tração após as recusas formais do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSB), e do ex-prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PDT), para encabeçar a chapa.
Três nomes despontam no radar interno da legenda, conforme apurou O Globo: a ex-prefeita de Contagem, Marília Campos, o deputado federal Reginaldo Lopes — que preside o PT estadual — e a ex-reitora da UFMG Sandra Goulart. O perfil de cada um testa estratégias distintas: Campos traz experiência administrativa e base no interior; Lopes, articulação parlamentar; Goulart, capital acadêmico e imagem técnica.
O cenário, porém, é descrito como "indefinido" pelo jornal. Parte da executiva estadual resiste à candidatura pura e defende alianças. Nesse sentido, o Vero Notícias reporta que Marília Campos trabalha nos bastidores por uma aproximação com o MDB e outras siglas de centro. A próxima rodada depende da capacidade do PT mineiro de construir viabilidade eleitoral com ou sem coligação.